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sábado, 5 de fevereiro de 2011

TRABALHO E AMIZADE II

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

CUIDE DA SUA SAÚDE!


VIVA A VIDA COM LIMITES! 
    OS ALIMENTOS "TOP-FIVE" CAUSADORES DE CÂNCER:

    1. Cachorros quentes
    Porque têm alto teor em nitratos.  A "Cancer Prevention Coalition" adverte que as crianças não devem comer mais de 12 salsichas por mês. Se você não pode viver sem as salsichas, compre as que são feitas SEM nitrato de sódio.
    2. Carnes processadas e toucinho
    Também contêm altos níveis de nitrato de sódio  como as salsichas, assim como  também o toucinho e outras carnes processadas aumentam o risco de doenças do coração.  A gordura saturada do toucinho também é um grande colaborador na geração de câncer.
    3. Donuts
    Os donuts são duplamente causadores de câncer. Primeiro porque são elaborados com flúor, açúcar refinado e óleo hidrogenado, depois são FRITOS a altas temperaturas. Os donuts são o primeiro "alimento" de todos os que se pode comer que elevará altamente o risco de gerar câncer. 
    4. Batatas fritas
    Assim como os donuts, as batatas fritas são elaboradas com óleos hidrogenados a altas temperaturas. Também contêm acrylamidas que se geram durante o processo  a altas temperaturas. Deveriam chamar-se batatas de câncer em vez de batatas fritas.
    5. Biscoitos e bolachas
    São geralmente elaboradas com flúor e açúcar. Até as que em suas etiquetas são orgulhosamente apresentadas como livres de gorduras transgênicas geralmente contêm ainda, só que em quantidades menores.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão - Parte 2

  1. Conte até dez: o estresse aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar um tempo de descanso e recuperação) e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos especialistas são controlar s emoções e procurar incluir atividades relaxantes na sua rotina.
  2. Vitamina D sempre: um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva.
  3. Monitore seu coração: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem já possui a doença deve ir medi-la a cada mês e ir ao médico a cada seis meses para verificar a medicação que está tomando.
  4. Benefícios adicionais do sexo: um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil homens de 45 a 59 anos de idade. De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão subsequente é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos.
  5. Tire as crianças da frente de TV: crianças que passam muito tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar elevação da pressão arterial independentemente do seu nível de gordura corporal ou peso, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. A pesquisa analisou a relação entre a pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar demanda o mínimo de movimentos da criança. Enquanto a TV, além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem para o aumento da pressão.
Fonte: Minhavida

quarta-feira, 16 de junho de 2010

10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão - Parte 1


A pressão alta pode ser evitada com hábitos simples que farão bem a toda sua saúde:
  1. Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.
  2. Reduza (não elimine) o sal: o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. Além disso, hoje existe uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio - e nisso, ele é duplamente benéfico, por reduzir o sódio e por adicionar potássio, sendo esse último um elemento muito importante na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e cereais.
  3. Perdendo medidas: pesquisadores do Instituto de Nutrição da UFRJ descobriram que um mal, muitas vezes esquecido, tem grande influência na hipertensão: o acúmulo de gordura na cintura. O indicador é sinal de alerta quando as medidas ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão, infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.
  4. Beba com moderação: a redução da ingestão de álcool também auxilia o controle da pressão arterial, porém não é necessária a abstinência. Para não passar da conta, a recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou 60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou triglicérides elevados.
  5. Apague o cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo prazo. "Parar de fumar é fundamental", alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. Isso ocorre porque a nicotina do cigarro aumenta a pressão arterial - o que não significa que fumar cigarros com baixos teores de nicotina diminua consideravelmente o risco de doenças cardíacas.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Sal: O Mal do Século

Ao ser colocado na boca, o sal é dissolvido instantaneamente na saliva e logo se espalha pelas 10 000 papilas gustativas localizadas na superfície da língua. Uma ínfima porção dele (0,1% do total) é transformada em impulsos elétricos e segue em direção ao cérebro. Lá, ele é reconhecido pelo organismo. Os 99,9% restantes são engolidos, passam pelo estômago e pelos intestinos, onde estimulam a produção de substâncias envolvidas no processo digestivo. Só então, uma hora depois de ter sido ingerido, ele cai na corrente sanguínea para finalmente cumprir seu papel principal: o de regular a pressão arterial. O sal é o mineral com o maior número de funções no organismo. "Sem ele, não haveria apetite para boa parte dos alimentos, o processo de digestão seria incompleto e o sangue extravasaria pelas paredes dos vasos", diz Renato Sabbatini, neurofisiologista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Para que todos esses mecanismos ocorram à perfeição, basta 1,2 grama diário de sal. É um volume equivalente ao contido, por exemplo, em cinco azeitonas ou em três nuggets ou ainda em apenas um pão francês e meio. É muito pouco sal, no entanto, para o paladar que desenvolvemos na sociedade industrial. Por isso, o limite aceitável nas cartilhas médicas foi elevado para até 6 gramas diários. "Trata-se de uma quantidade compatível com o gosto e tolerável à saúde", explica Décio Mion, nefrologista do Hospital das Clínicas, em São Paulo. O problema é que a maioria das pessoas tem o hábito de consumir muito mais do que 6 gramas. Não importa a cultura ou a classe social, abusa-se do saleiro. Em média, a ingestão mundial de sal per capita é de 10 gramas diários. Os brasileiros, em particular, ingerem inacreditáveis 12 gramas ao dia.

A partir desta semana, as recomendações médicas devem ficar ainda mais restritas, com a entrada em vigor das novas diretrizes das sociedades brasileiras de cardiologia, nefrologia e hipertensão. Elas passarão a preconizar o consumo de, no máximo, 5 gramas de sal por dia – o mesmo limite sugerido pela Organização Mundial de Saúde em 2005. A diferença de 1 grama entre a cartilha de 2006 e a de agora pode parecer irrisória. Mas tem uma repercussão enorme na saúde. Um estudo publicado em fevereiro passado, na revista científica americana The New England Journal of Medicine, determinou o impacto de tal redução. Passar a consumir 5 gramas de sal todos os dias, em vez de 6, evita 10% das mortes por doenças cardiovasculares, sobretudo infarto e derrame. O que representa, em termos globais, em torno de 1 milhão de vidas salvas anualmente. "Os benefícios aumentam proporcionalmente à quantidade reduzida", diz o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, presidente do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

O sal começou a aparecer nas diretrizes médicas a partir dos anos 80, quando a Associação Americana do Coração relacionou o consumo excessivo do mineral a um aumento nos riscos de hipertensão, doença responsável por 54% das mortes por derrame e 47% dos óbitos por infarto. Descobriu-se que, depois da genética, o excesso de sal é o fator de maior influência para a pressão alta. Em exagero, além de ter ação vasoconstritora, o mineral aumenta o volume de sangue circulante pelas artérias, agredindo a parede dos vasos. A lesão, por sua vez, facilita o depósito de gorduras e reduz a síntese de substâncias vasodilatadoras. Com isso, as artérias enrijecem e têm seu calibre diminuído. A pressão arterial, então, sobe. O ideal é que ela não ultrapasse a marca dos 12 por 8. O primeiro número equivale à força do fluxo de sangue contra a parede dos vasos, quando o músculo cardíaco se contrai e bombeia sangue para o resto do organismo – é a pressão sistólica, ou máxima. O segundo número refere-se à medição no momento em que o coração relaxa e se enche de sangue – é a pressão diastólica, ou mínima. A partir de 14 por 9, o quadro é de hipertensão. No Brasil, 30% dos adultos estão doentes – o que representa cerca de 30 milhões de homens e mulheres. Em oito de cada dez desses casos, a hipertensão é produto de uma combinação de múltiplos fatores – e o consumo excessivo de sal é um aspecto preponderante. "Entre outros fatores de risco para a doença, estão obesidade, sedentarismo e stress", diz o ne-frologista Varujan Dicht-che-kenian, do Hos-pital das Clínicas, de São Paulo.

O agente pernicioso do sal é o sódio. Para cada grama do mineral, há 400 miligramas de sódio – os 60% restantes são de cloro, um composto praticamente inócuo. Cerca de 70% do sal consumido atualmente provém dos produtos industrializados. É o chamado "sal invisível". Os rótulos de tais produtos não informam a quantidade de sal, e sim a de sódio. Além disso, não se faz a discriminação entre o volume de sódio contido naturalmente no alimento e o acrescentado pela indústria. O sódio é utilizado em abundância sobretudo para a conservação dos produtos. "Como ele tem um grande poder de absorção, desidrata facilmente fungos e bactérias que poderiam estragar os alimentos", diz a nutricionista Maria Cecilia Corsi, da consultoria em nutrição Essencial Light. Quanto maior o prazo de validade de um produto, maior é a quantidade de sal utilizada no seu preparo. Há ainda outro dado. "O sal camufla o gosto dos ingredientes que deram origem ao produto", diz o nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração. Ou seja, quanto maior a quantidade de sal, menor será a qualidade das matérias-primas empregadas na fabricação do alimento e, consequentemente, menor será o seu preço. Pode fazer o teste. Escolha duas marcas de molho de tomate. Uma com um prazo de validade maior do que o da outra. O gosto do tomate estará mais ressaltado no molho mais caro e com prazo de validade mais curto.

Por pressão das entidades médicas e das organizações de consumidores, a indústria alimentícia vem mudando seu modo de trabalhar. Em 2008, a Unilever, por exemplo, grupo anglo-holandês com 400 marcas de alimentos, deu o primeiro passo rumo à redução de sódio. Desde então, 60% de seus produtos perderam 5% de sódio. Recentemente, a empresa americana Heinz anunciou que, até o fim de julho, pretende diminuir a quantidade de sódio em 15% na fórmula de seu ketchup. No início do ano, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, lançou uma campanha para estimular os restaurantes a reduzir em um quarto a quantidade de sódio de seus cardápios até 2014. Desde o fim dos anos 90, já estão disponíveis no mercado os "sais light", cujos teores de sódio são até 25% menores do que os do sal tradicional.
Fonte: www.veja.com por Adriana Dias Lopes

sábado, 15 de maio de 2010

Mitos sobre a Ração Humana

A ração humana está na moda, na mídia, caiu no agrado popular... “Quase um milagre nutricional”.

A tal mistura se diz capaz de regularizar o intestino, melhorar a disposição, combater a flacidez, prevenir os sintomas desagradáveis da menopausa, prevenir o aparecimento de doenças do coração e do câncer, além de inibir a absorção de gorduras, reduzir o colesterol e, ainda por cima, emagrecer... Será?

Infelizmente, todas essas alegações são equivocadas. A mistura apenas consegue melhorar o ritmo intestinal devido às fibras em sua composição.

Entretanto, se quisermos que o nosso intestino funcione bem, podemos alcançar “os tais benefícios da ração humana” de uma forma mais adequada: aumentando as pequenas porções de fibras em cada refeição, ou, simplesmente comendo um cereal matinal.

Além disso, sempre que ingerimos mais fibras, precisamos contar com uma adequada hidratação, ou as fibras poderão agravar a constipação intestinal.

A prevenção de doenças requer muito mais do que uma ou várias colheres de sopa de ração humana por dia. Talvez seja essa, a nossa maior ressalva à repercussão causada por práticas alimentares simplistas, como o uso dessa mistura, ou até mesmo da linhaça, que passam às pessoas a falsa idéia de que estes alimentos sozinhos são capazes de garantir saúde e emagrecer.

Esta “falsa promessa” e outros tantos “falsos milagres” impedem que as pessoas se empenhem em assumir comportamentos alimentares adequados, esses sim, são sabidamente eficazes na prevenção de doenças e na preservação da saúde e do peso ideal, apesar de mais difícil de serem implementados e seguidos.
 
fonte: UOL blog

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Maus hábitos podem acrescentar 12 anos a mais na sua aparência

Uma pesquisa feita com 5000 ingleses por 20 anos chegou a conclusão que fumar, beber muito, inatividade e uma dieta ruim, podem acrescentar 12 anos a mais na sua aparência.

Um fato que eu achei muito grave, foi que 314 pessoas que participaram deste estudo e praticavam estes maus hábitos, 29% deles morreram durante a realização desta pesquisa.

É lógico que todos sabem que estes hábitos não são bons para a saúde, mas ver um número tão alto de pessoas morrerem por não cuidar da sua saúde é assustador, isso sem falar no alto custo que estas pessoas trazem a sociedade, mas isto é outro assunto.

Mas dentro deste quadro de maus hábitos, veja o que os pesquisadores consideraram como um comportamento de risco: 
  • Fumar.
  • Para os homens, beber mais do que 3 bebidas alcoólicas por dia, para as mulheres 2.
  • Fazer menos do que 2 horas de exercícios por semana.
  • Comer menos do que 3 porções de frutas e verduras (combinados) por dia.

Eu sei que as vezes as pessoas podem pensar que este último item é meio difícil de atingir, mas segundo Elisabeth Kvaavik, a pesquisadora chefe deste estudo, se você comer uma cenoura, uma maçã e tomar um copo de suco de laranja, você já atingiu a sua meta diária, vale destacar que no Brasil a porção recomendada é entre 7 a 10 porções diárias, segundo a pirâmide alimentar.

Eu já senti, e ainda sinto porém em uma intensidade muito menor, os problemas causados pelos meus maus hábitos. Dor nas costas, joelhos e pé inchado, foram os sinais que me fizeram acordar para a realidade. E eu não estou falando de uma dorzinha qualquer, eram dores tão fortes que certos dias me impediam de andar, descer escadas e até para levantar da cama eu tinha muitas dificuldades.

Para os incrédulos ou que acham que 29% é um número muito baixo de mortalidade, sabe quanto foi a taxa de mortalidade para os participantes que não praticavam nenhum destes maus hábitos? 9%, isso mesmo, 9%.

  
June Stevens que é um pesquisador da “University of North Carolina” disse que estes resultados vão de acordo com outras pesquisas feitas sobre hábitos saudáveis e longevidade.

  
Segundo Stevens, isto não quer dizer que, quem tem bons hábitos vai viver mais de quem não tem, mas aumenta as suas chances. Se tratando da minha vida, eu prefiro que estas chances estejam mais do lado de viver a mais, do que ao contrário.
Fonte: Yahoo Notícias

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Café da manhã: ele é importante para o seu filho



Seu filho não toma café da manhã todos os dias? Fique atenta. Estudos têm mostrado que o hábito de não fazer essa refeição aumenta o risco de a criança ter sobrepeso, uma vez que, ao pular o café, ela exagera na seguinte, consumindo também mais calorias e gorduras.
Uma pesquisa realizada no site CRESCER constatou que 71% das crianças não se alimentam antes de ir para a escola. Já um estudo australiano mostrou que 42% das crianças saem de casa um ou mais dias com o estômago vazio. Segundo Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein (SP), os estoques de glicose no organismo começam a reduzir a partir de três horas de jejum. Assim, depois de uma noite de sono, é provável que seu filho tenha ficado em média 8 horas sem se alimentar. “Com a atividade física na escola, e a falta de comida, há risco de a criança ter hipoglicemia [baixo nível de glicose no sangue]. Tontura, náusea e até desmaios podem aparecer”, diz. Além disso, a criança pode ter alteração no humor e dificuldade para se concentrar.
Mãos à obra
Se o seu filho não tem costume de se alimentar pela manhã, é hora de mudar esse hábito. “Em primeiro lugar, explique para a criança por que essa refeição é fundamental. Além disso, os pais precisam insistir, de forma amigável, para que o filho coma alguma coisa”, afirma Celso.
Você pode oferecer um leite com achocolatado ou batê-lo com uma fruta de que ele mais gosta. É importante também incluir um cardoidrato nessa refeição. Lembre-se que você é o exemplo: as escolhas e os hábitos da criança dependem muito do que elas vêm os pais fazer e comer.
Está faltando tempo pela manhã? Uma dica é deixar a mesa do café preparada na noite anterior e pedir ajuda do seu filho. Faça com que esse momento seja um encontro saudável da família e sem pressa. Comer correndo desestimula. Para ajudar você, confira abaixo nossas dicas para a primeira refeição do dia da criança:

Segunda-feira: leite com cerais e pão de fôrma com requeijão
Terça-feira: suco de laranja lima e pão de queijo
Quarta-feira: leite com chocolate e pão com queijo branco
Quinta-feira: leite batido com fruta e pão com requeijão
Sexta-feira: suco de frutas e biscoito de água e sal com requeijão

Revista Crescer

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