Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

CUIDE DA SUA SAÚDE!


VIVA A VIDA COM LIMITES! 
    OS ALIMENTOS "TOP-FIVE" CAUSADORES DE CÂNCER:

    1. Cachorros quentes
    Porque têm alto teor em nitratos.  A "Cancer Prevention Coalition" adverte que as crianças não devem comer mais de 12 salsichas por mês. Se você não pode viver sem as salsichas, compre as que são feitas SEM nitrato de sódio.
    2. Carnes processadas e toucinho
    Também contêm altos níveis de nitrato de sódio  como as salsichas, assim como  também o toucinho e outras carnes processadas aumentam o risco de doenças do coração.  A gordura saturada do toucinho também é um grande colaborador na geração de câncer.
    3. Donuts
    Os donuts são duplamente causadores de câncer. Primeiro porque são elaborados com flúor, açúcar refinado e óleo hidrogenado, depois são FRITOS a altas temperaturas. Os donuts são o primeiro "alimento" de todos os que se pode comer que elevará altamente o risco de gerar câncer. 
    4. Batatas fritas
    Assim como os donuts, as batatas fritas são elaboradas com óleos hidrogenados a altas temperaturas. Também contêm acrylamidas que se geram durante o processo  a altas temperaturas. Deveriam chamar-se batatas de câncer em vez de batatas fritas.
    5. Biscoitos e bolachas
    São geralmente elaboradas com flúor e açúcar. Até as que em suas etiquetas são orgulhosamente apresentadas como livres de gorduras transgênicas geralmente contêm ainda, só que em quantidades menores.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Razões para Dormir e Acordar Cedo


Das 21 às 23:00: É o horário em que o corpo realiza atividades de eliminação, químicos desnecessários e tóxicos (desintoxicação),  mediante o sistema linfático do nosso corpo. Neste horário do dia devemos estar num estado de relaxamento, escutando música, por exemplo.

Geralmente a estas horas mamães realizam atividades, tais como, limpar a cozinha, monitorar  que tudo esteja pronto para o dia seguinte, etc., atividades que causam falta de relaxamento, o que  gera um efeito negativo para a saúde.

           
Das 23 - 01:00am: o corpo realiza o processo de desintoxicação do fígado, e idealmente deve ser processado num estado de sono profundo.


Durante as primeiras horas da manhã 1:00 - 3:00: processo de desintoxicação da vesícula biliar, idealmente deve suceder também num estado de sono profundo.
            
De madrugada 3:00 - 5:00: desintoxicação dos pulmões.  É por isso que por vezes neste horário se produzem fortes acessos de tosse. Quando o processo de desintoxicação atinge o trato respiratório, é melhor não tomar medicamentos para a tosse, já que interferem no processo de eliminação de toxinas.

Manhã 5:00 - 7:00: desintoxicação do cólon.  É o horário de ir ao banheiro para esvaziar o intestino.

Durante a Manhã de 7:00 - 9:00: absorção de nutrientes no intestino delgado.  É o horário perfeito para tomar o café da manhã. Se estiver doente o café da manhã  deve ser tomado mais cedo: antes das 6:30 am.

A primeira refeição antes das 7:30am é benéfica para aqueles que querem manter-se em forma.

Os que não têm por hábito alimentar-se logo cedo, devem tentar mudar o hábito, sendo menos prejudicial realizá-lo entre as 9:00 e as 10:00 em vez de ficar a manhã completa sem comer.

Dormir tarde e despertar tarde interromperá o processo de desintoxicação de químicos desnecessários ao seu organismo. Além disso, você deve ter em conta que das 00:00 às 4:00 am é o horário em que a medula óssea está produzindo sangue. Então, procure dormir bem e não deitar tarde.  

quinta-feira, 17 de junho de 2010

10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão - Parte 2

  1. Conte até dez: o estresse aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar um tempo de descanso e recuperação) e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos especialistas são controlar s emoções e procurar incluir atividades relaxantes na sua rotina.
  2. Vitamina D sempre: um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva.
  3. Monitore seu coração: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem já possui a doença deve ir medi-la a cada mês e ir ao médico a cada seis meses para verificar a medicação que está tomando.
  4. Benefícios adicionais do sexo: um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil homens de 45 a 59 anos de idade. De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão subsequente é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos.
  5. Tire as crianças da frente de TV: crianças que passam muito tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar elevação da pressão arterial independentemente do seu nível de gordura corporal ou peso, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. A pesquisa analisou a relação entre a pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar demanda o mínimo de movimentos da criança. Enquanto a TV, além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem para o aumento da pressão.
Fonte: Minhavida

quarta-feira, 16 de junho de 2010

10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão - Parte 1


A pressão alta pode ser evitada com hábitos simples que farão bem a toda sua saúde:
  1. Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.
  2. Reduza (não elimine) o sal: o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. Além disso, hoje existe uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio - e nisso, ele é duplamente benéfico, por reduzir o sódio e por adicionar potássio, sendo esse último um elemento muito importante na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e cereais.
  3. Perdendo medidas: pesquisadores do Instituto de Nutrição da UFRJ descobriram que um mal, muitas vezes esquecido, tem grande influência na hipertensão: o acúmulo de gordura na cintura. O indicador é sinal de alerta quando as medidas ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão, infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.
  4. Beba com moderação: a redução da ingestão de álcool também auxilia o controle da pressão arterial, porém não é necessária a abstinência. Para não passar da conta, a recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou 60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou triglicérides elevados.
  5. Apague o cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo prazo. "Parar de fumar é fundamental", alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. Isso ocorre porque a nicotina do cigarro aumenta a pressão arterial - o que não significa que fumar cigarros com baixos teores de nicotina diminua consideravelmente o risco de doenças cardíacas.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Sal: O Mal do Século

Ao ser colocado na boca, o sal é dissolvido instantaneamente na saliva e logo se espalha pelas 10 000 papilas gustativas localizadas na superfície da língua. Uma ínfima porção dele (0,1% do total) é transformada em impulsos elétricos e segue em direção ao cérebro. Lá, ele é reconhecido pelo organismo. Os 99,9% restantes são engolidos, passam pelo estômago e pelos intestinos, onde estimulam a produção de substâncias envolvidas no processo digestivo. Só então, uma hora depois de ter sido ingerido, ele cai na corrente sanguínea para finalmente cumprir seu papel principal: o de regular a pressão arterial. O sal é o mineral com o maior número de funções no organismo. "Sem ele, não haveria apetite para boa parte dos alimentos, o processo de digestão seria incompleto e o sangue extravasaria pelas paredes dos vasos", diz Renato Sabbatini, neurofisiologista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Para que todos esses mecanismos ocorram à perfeição, basta 1,2 grama diário de sal. É um volume equivalente ao contido, por exemplo, em cinco azeitonas ou em três nuggets ou ainda em apenas um pão francês e meio. É muito pouco sal, no entanto, para o paladar que desenvolvemos na sociedade industrial. Por isso, o limite aceitável nas cartilhas médicas foi elevado para até 6 gramas diários. "Trata-se de uma quantidade compatível com o gosto e tolerável à saúde", explica Décio Mion, nefrologista do Hospital das Clínicas, em São Paulo. O problema é que a maioria das pessoas tem o hábito de consumir muito mais do que 6 gramas. Não importa a cultura ou a classe social, abusa-se do saleiro. Em média, a ingestão mundial de sal per capita é de 10 gramas diários. Os brasileiros, em particular, ingerem inacreditáveis 12 gramas ao dia.

A partir desta semana, as recomendações médicas devem ficar ainda mais restritas, com a entrada em vigor das novas diretrizes das sociedades brasileiras de cardiologia, nefrologia e hipertensão. Elas passarão a preconizar o consumo de, no máximo, 5 gramas de sal por dia – o mesmo limite sugerido pela Organização Mundial de Saúde em 2005. A diferença de 1 grama entre a cartilha de 2006 e a de agora pode parecer irrisória. Mas tem uma repercussão enorme na saúde. Um estudo publicado em fevereiro passado, na revista científica americana The New England Journal of Medicine, determinou o impacto de tal redução. Passar a consumir 5 gramas de sal todos os dias, em vez de 6, evita 10% das mortes por doenças cardiovasculares, sobretudo infarto e derrame. O que representa, em termos globais, em torno de 1 milhão de vidas salvas anualmente. "Os benefícios aumentam proporcionalmente à quantidade reduzida", diz o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, presidente do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

O sal começou a aparecer nas diretrizes médicas a partir dos anos 80, quando a Associação Americana do Coração relacionou o consumo excessivo do mineral a um aumento nos riscos de hipertensão, doença responsável por 54% das mortes por derrame e 47% dos óbitos por infarto. Descobriu-se que, depois da genética, o excesso de sal é o fator de maior influência para a pressão alta. Em exagero, além de ter ação vasoconstritora, o mineral aumenta o volume de sangue circulante pelas artérias, agredindo a parede dos vasos. A lesão, por sua vez, facilita o depósito de gorduras e reduz a síntese de substâncias vasodilatadoras. Com isso, as artérias enrijecem e têm seu calibre diminuído. A pressão arterial, então, sobe. O ideal é que ela não ultrapasse a marca dos 12 por 8. O primeiro número equivale à força do fluxo de sangue contra a parede dos vasos, quando o músculo cardíaco se contrai e bombeia sangue para o resto do organismo – é a pressão sistólica, ou máxima. O segundo número refere-se à medição no momento em que o coração relaxa e se enche de sangue – é a pressão diastólica, ou mínima. A partir de 14 por 9, o quadro é de hipertensão. No Brasil, 30% dos adultos estão doentes – o que representa cerca de 30 milhões de homens e mulheres. Em oito de cada dez desses casos, a hipertensão é produto de uma combinação de múltiplos fatores – e o consumo excessivo de sal é um aspecto preponderante. "Entre outros fatores de risco para a doença, estão obesidade, sedentarismo e stress", diz o ne-frologista Varujan Dicht-che-kenian, do Hos-pital das Clínicas, de São Paulo.

O agente pernicioso do sal é o sódio. Para cada grama do mineral, há 400 miligramas de sódio – os 60% restantes são de cloro, um composto praticamente inócuo. Cerca de 70% do sal consumido atualmente provém dos produtos industrializados. É o chamado "sal invisível". Os rótulos de tais produtos não informam a quantidade de sal, e sim a de sódio. Além disso, não se faz a discriminação entre o volume de sódio contido naturalmente no alimento e o acrescentado pela indústria. O sódio é utilizado em abundância sobretudo para a conservação dos produtos. "Como ele tem um grande poder de absorção, desidrata facilmente fungos e bactérias que poderiam estragar os alimentos", diz a nutricionista Maria Cecilia Corsi, da consultoria em nutrição Essencial Light. Quanto maior o prazo de validade de um produto, maior é a quantidade de sal utilizada no seu preparo. Há ainda outro dado. "O sal camufla o gosto dos ingredientes que deram origem ao produto", diz o nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração. Ou seja, quanto maior a quantidade de sal, menor será a qualidade das matérias-primas empregadas na fabricação do alimento e, consequentemente, menor será o seu preço. Pode fazer o teste. Escolha duas marcas de molho de tomate. Uma com um prazo de validade maior do que o da outra. O gosto do tomate estará mais ressaltado no molho mais caro e com prazo de validade mais curto.

Por pressão das entidades médicas e das organizações de consumidores, a indústria alimentícia vem mudando seu modo de trabalhar. Em 2008, a Unilever, por exemplo, grupo anglo-holandês com 400 marcas de alimentos, deu o primeiro passo rumo à redução de sódio. Desde então, 60% de seus produtos perderam 5% de sódio. Recentemente, a empresa americana Heinz anunciou que, até o fim de julho, pretende diminuir a quantidade de sódio em 15% na fórmula de seu ketchup. No início do ano, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, lançou uma campanha para estimular os restaurantes a reduzir em um quarto a quantidade de sódio de seus cardápios até 2014. Desde o fim dos anos 90, já estão disponíveis no mercado os "sais light", cujos teores de sódio são até 25% menores do que os do sal tradicional.
Fonte: www.veja.com por Adriana Dias Lopes

sábado, 29 de maio de 2010

Cuidados com a Voz

 A professora da FCM, especialista em Fonoaudiologia, com ênfase em Linguagem e Motricidade Orofacial, Karina Veríssimo Meira, alerta sobre a importância de se ter cuidados com a voz, principalmente as pessoas que dependem da fala para trabalhar

“A voz tem um papel importante no cotidiano, precisamos cuidar dela para não prejudicá-la”, introduziu.

Segundo Karina, é recomendável que os profissionais que usam a voz como ferramenta de trabalho, a exemplo de professores, locutores e jornalistas, sempre façam ingestão de água, na temperatura ambiente, a fim de que as cordas vocais permaneçam sempre hidratadas.

“Ingerir água antes, durante e depois da comunicação é essencial para a saúde da voz. É importante ressaltar que a água não pode ser gelada, porque com as cordas vocais aquecidas, pode causar um choque térmico”, declarou.

“Outro ponto fundamental para os que trabalham diretamente com a voz é a prática de 'ilhas de silêncio', como chamamos. Nada mais é do que dar descansos à voz. Apontaria também a importância de exercícios vocais antes da fala ser iniciada”, disse.

Para muitos, qualquer alteração vocal compromete a qualidade de vida, não só no aspecto profissional, mas também no pessoal.

“Mesmo que o indivíduo não trabalhe diretamente com a voz, ele precisa dela para se comunicar no dia-a-dia. Não fumar e não ingerir muita bebida alcoólica é uma grande dica para evitar problemas como o pigarro, por exemplo. A hidratação é fundamental em todos os casos”, acrescentou Karina Veríssimo Meira.

Além do pigarro, perda da voz no meio de frases, falta de ar enquanto fala, cansaço ao falar, dificuldade ao engolir, rouquidão, dor ou ardência na garganta são sintomas que apontam que a saúde vocal pode estar comprometida.

“É sempre importante procurar um especialista se algum dos sintomas aparecerem”, concluiu a professora da FCM, que também é mestre em Cirurgia e Anatomia. 




Fonte: Redação com Ascom

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Vale a pena cultivar o bom humor

O excesso de afazeres diários, a competição no trabalho, problemas financeiros, de saúde, próprio ou de familiares, desajustes afetivos, desemprego, violência urbana são alguns motivos causadores de estresse, mau humor e enfermidades sérias, em decorrências disto.

Como enfrentar estes dissabores e ainda ter bom humor?

Vale ressaltar que ter bom humor não é compor um tipo sarcástico, não levar nada à sério, ficar só caçoando das pessoas ou contando anedotas. Vai além disso.

Estudos na área médica comprovam ser o bom humor e o riso importantes auxiliares no tratamento de enfermidades bem como na prevenção delas.

Muito riso libera hormônio que dá a mesma sensação de bem estar proporcionado por atividade física. Em virtude disto já surgiram grupos que atuam em hospitais trabalhando com a terapia do riso, como auxiliar no tratamento e recuperação de crianças enfermas.

Pessoas tristes, depressivas, angustiadas, aquelas que guardam mágoas, rancor, podem com esta atitude baixar a imunidade do organismo e com isto ficarem mais vulneráveis ao desenvolvimento de doenças graves.

Profissionais altamente competitivos, com acúmulo de cargos e funções, incapazes de usufruir de folgas, de relaxar também são sérios candidatos a desenvolverem certas patologias.

Diversos estudos com indivíduos de atividades e gostos diferentes comprovam que aqueles que possuem mais capacidade de desenvolver o bom humor, tendem a viver mais e com melhor qualidade de vida.

O bom humor é uma característica das pessoas que vivem de maneira mais leve, cultivam atitudes de cortesia, gentileza, são hábeis em desenvolver emoções positivas, recordam com mais freqüência os momentos bons que vivenciaram, procuram transmitir serenidade e esperança para aqueles com quem convivem.

São pessoas que tem atitude positiva diante dos pequenos – à vezes nem tão pequenos-dissabores do dia a dia, que procuram cercar-se de pessoas que apresentem tipos de comportamentos positivos, que não ficam só falando de problemas, tragédias, medos, e que conseguem perceber o lado mais claro, mais positivo ou mais divertido das situações vivenciadas. Não é por acaso que a paródia mostra o outro lado do drama.

Há dados que apontam para o desenvolvimento de câncer por pessoas altamente negativas, fechadas em si mesmo, taciturnas e deprimidas.

Em contrapartida outros indicam que o riso, a exteriorização de alegria, felicidade, manifestações positivas diante de acontecimentos vivenciados reduzem o estresse, aumentam a criatividade, reduzem a dor, a pressão sangüínea e aumentam a imunidade.

Assim, vale mais apostar no sorriso, na leveza, na tolerância e na alegria para viver mais e melhor.

Fonte: www.brasilescola.com por Isabel C. S. Vargas

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Professores estão mais propensos a desenvolver varizes

Postura profissional é o principal fator que prejudica o sistema circulatório.

É cada vez mais comum o surgimento de varizes em decorrência de stress, má alimentação e sedentarismo. Os outros fatores que propiciam o desenvolvimento desta doença são hereditariedade, idade (é mais comum após os 40 anos), sexo (é mais comum em mulheres), gravidez, fumo, alterações hormonais, uso de estrógenos (pílulas anticoncepcionais e hormônios de reposição), exercícios físicos com cargas em excesso e profissões em que as pessoas ficam muito tempo em uma mesma posição.

Dentre os profissionais, os professores são um dos que estão mais propensos ao aparecimento de varizes. Isso acontece pois permanecer muito tempo na mesma posição prejudica o fluxo sangüíneo. As veias das pernas levam o sangue no sentido dos pés para o coração, ou seja, de baixo para cima. Esse sentido da circulação é o oposto da força da gravidade, o que dificulta o retorno do sangue.

Além disso, para que o fluxo venoso vença a força da gravidade e prossiga em sua trajetória normal, é necessária a contração muscular, além de uma respiração correta, que consiste na pressão abdominal negativa, isto é, uma expiração total.

O pé também é um fator preponderante na circulação. "Na planta do pé há um tecido semelhante a uma esponja, que é comprimido ao caminharmos. Neste processo acontece um movimento de flexão e extensão que auxilia a volta do sangue ao coração", esclarece Dr. José João Lopes, angiologista e cirurgião vascular.

Há várias recomendações para prevenir o desenvolvimento de problemas circulatórios para os professores. Porém, o mais indicado é procurar um especialista e diagnosticar qual é o melhor tratamento.

"É possível reduzir a possibilidade de desenvolver varizes tendo uma vida saudável. Em todas as idades, é imprescindível praticar exercícios físicos e manter uma dieta balanceada, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e fumo e procurar um especialista logo que notar os primeiros sintomas", finaliza o angiologista.

Fonte: Revista Ao Mestre Com Carinho

terça-feira, 25 de maio de 2010

Chegada do frio aumenta incidência de problemas de pele

Não são só as doenças respiratórias as campeãs do inverno. Tempo seco e frio causa ressecamento e desidratação da pele e afeta principalmente crianças, idosos e pessoas com rinite, bronquite e dermatite.

A queda da temperatura traz alguns problemas dermatológicos, como alergia e infecção da pele. Nesta época, os banhos ficam mais demorados e quentes e a ingestão de líquidos é menor. Com isso, a pele fica com pouca camada de gordura e menos hidratada, o que diminui a sua proteção.

A pele do rosto, por ficar exposta, é a parte do corpo mais atingida pela ação do vento frio, da poluição e da baixa umidade relativa do ar. Ela sofre algumas alterações decorrentes dos agentes externos ficando mais ressecada, perdendo oleosidade e o brilho. A camada de proteção natural da pele é removida, modificando seu pH, por causa dos banhos quentes e da ação de contato dos tecidos sintéticos ou a da lã.

Quem sofre ainda mais com a ação do frio são as crianças, os idosos e as pessoas chamadas atópicas - que apresentam rinites, bronquites ou dermatites. As crianças porque ainda têm pouca produção sebácea (baixa oleosidade); os idosos porque já deixaram de produzir esta substância em índices necessários; e os atópicos, por problemas genéticos que os levam a diminuir a produção de oleosidade.

Entre as doenças de inverno estão as dermatites de contato e alérgicas, eczemas de diferentes graus, urticária ao frio, eritema pérnio (ligado à má circulação sangüínea) e psoríase (placas avermelhadas com escamas grossas e brancas).

Com a pele ressecada, as pessoas ficam mais sujeitas a apresentar irritação, alergia e infecção dermatológica. Segundo a dermatologista da Unifesp Edileia Bagatin, nesta época o efeito alérgico é ainda maior. "Se uma substância causaria problemas à pele de alguém, no inverno essa probabilidade é ainda maior.".

Além do clima, existem fatores que contribuem para a incidência de problemas de pele. Entre eles estão sedentarismo, consumo de álcool, cigarro, presença de fungos, desnutrição e má circulação sangüínea. Nesse período mais frio, a procura por tratamentos corporais aumenta em 50% nos hospitais, consultórios de dermatologistas e clínicas de estética.

Precauções

De acordo com Edileia, algumas precauções devem ser tomadas com a chegada do frio. "É preciso diminuir o tempo do banho e não usar água muito quente, passar hidratante e filtro solar diariamente, dar preferência para sabonetes líquidos ou neutros e beber, no mínimo, 1 litro e meio de água por dia".

Muitos especialistas dizem que o período de inverno é o mais adequado para se fazer tratamentos estéticos dermatológicos. A utilização do filtro solar nesse período também faz parte da prática desses tratamentos. Apesar do frio, os raios solares continuam agindo e provocando danos à pele.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Prática de atividades físicas deve começar ainda na infância

Atividades físicas devem ser um hábito criado desde a infância. Muito tem se falado sobre as dificuldades em se adquirir o hábito de praticar exercícios físicos, pois as pessoas começam já adultas - isso porque muitas vezes, pais e professores entendem ser errado crianças e jovens, na pré-puberdade, iniciarem atividades físicas regulares, sobretudo em relação às atividades oferecidas por academias, no processo de fortalecimento da musculatura e resistência.

No entanto, hoje profissionais da área já discordam desse conceito e confirmam que as atividades devem ser muito mais que aquelas sugeridas pelas aulas de educação física nas escolas, que são os jogos e atividades em grupo com o único objetivo de socializar e criar o espírito competitivo e valores éticos - também muito importante para o processo de crescimento humano.

"O mito que se criou sobre crianças não poderem praticar atividades físicas nas academias já está sendo derrubado. Na realidade, treinar desde jovem, se bem orientado em relação aos tipos de exercícios que se realizará na academia, só poderá trazer benefícios, pois o exercício com pesos estimula a liberação de hormônios importantíssimos para o desenvolvimento, como o hormônio do crescimento e os hormônios sexuais", afirma Daniel Kazu, personal trainer, especialista em fisiologia pela Escola Paulista de Medicina.

Mas tudo isso deve ser feito de maneira programada e muito bem orientada, justamente em razão do processo de crescimento da criança. "O que deve ser evitado é exercícios com sobrecarga na coluna, como agachamento com barra, e não utilizar cargas máximas em repetições muito baixas", ensina Kazu.

Muitas academias não permitem a entrada de crianças apenas em razão de possíveis acidentes. O maior problema apontado seria a maturidade da criança ou jovem, pois eles tendem a se machucar com maior frequência. "Por isso é mais natural a presença de meninas nas academias, já que elas amadurecem mais rapidamente: as meninas iniciam em torno dos 13 anos e os meninos somente a partir dos 15 anos. Desta forma, se for fazer musculação quando criança ou muito jovem, na pré-adolescência, recomenda-se um acompanhamento especial", avalia o personal trainer.

Fonte: Revista Ao Mestre com Carinho

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cinco Passos Para Curar Lesões - Parte 2

1 - Bendita gelada
A aplicação de gelo é uma das etapas mais importantes no tratamento das lesões. Quando um tecido é machucado, ocorre derramamento de sangue e linfa, os responsáveis pelo inchaço e pela inflamação. O gelo tem dupla ação: é um poderoso anti-inflamatório e analgésico. Ao diminuir a temperatura durante a fase aguda da lesão, os vasos sanguíneos se contraem, reduzindo a quantidade de sangue no local. Isso também não deixa o inchaço piorar. Outro benefício dessa fria é minorar a dor. Em bom português, o gelo torna mais lenta a condução do impulso nervoso, o repórter encarregado de levar a notícia dolorosa ao cérebro. É por essa razão que aplicações gélidas promovem aquela sensação de conforto. Na hora de se valer dessa estratégia friorenta, use bolsas térmicas ou toalhas para evitar o contato direto do gelo com a pele, que pode sair dessa literalmente queimada. A aplicação deve ser feita logo após o choque e se estender pelas 48 horas seguintes. “Sempre respeitando o tempo máximo de 20 minutos, a cada quatro horas”, diz o fisioterapeuta Marco Túlio Saldanha dos Anjos, presidente do Conselho Nacional de Fisioterapia do Esporte.

2 - Compressão de resultado
Essa etapa do programa pode ser levada a cabo em paralelo às outras quatro. Assim como o gelo, a compressão ajuda a contrair os vasos sanguíneos, contribuindo para reduzir o inchaço e cicatrizar o tecido lesado. Faixa elástica é de praxe durante esse procedimento. Ela deve ser disposta a partir da periferia da área dolorida em direção ao centro. Assim, se você torceu o tornozelo, por exemplo, o curativo deve começar na região da planta do pé e seguir em direção à canela, passando pelo epicentro da dor. “O esportista só precisa ficar atento para não apertar demais a atadura, porque isso pode prejudicar a circulação local”, alerta Nardelli.

3 - Repousar é preciso
  A ideia de ficar totalmente imóvel devido a uma torção, uma pancada ou um desconforto muscular hoje é praticamente inaceitável, salvo raras exceções. O que agora se prega é que o repouso deve ser feito de acordo com a necessidade do indivíduo. “Os movimentos sempre devem respeitar os sinais do corpo”, diz Júlio César Nardelli, ortopedista do Hospital das Clínicas paulistano. Se a lesão incomodar ou doer, o certo é que a pessoa suspenda a atividade. Durante essa pausa, a região lesionada não pode ser sobrecarregada. “O descanso e o afastamento das atividades de impacto são importantes inclusive para curar as microlesões que acontecem durante qualquer exercício físico”, completa Nardelli.

4 - Muita proteção
Eis uma medida que deve acompanhar todo o tratamento e está diretamente ligada ao repouso. Nesse momento, valem aqueles cuidados básicos diante de qualquer machucado. “Você deve evitar colocar peso na área problemática. E, em alguns casos, precisa recorrer a muletas, tipoia e imobilizadores”, diz o educador físico Cassiano Merussi Neiva, da Universidade Estadual Paulista, em Bauru, no interior paulista. “A proteção também pode ser feita a fim de evitar novas lesões.” Esse conselho é endereçado sobretudo a quem começa a praticar uma atividade física ou não treina com frequência. Nesse time, a musculatura, uma espécie de para-choque contra topadas e afins, não está totalmente desenvolvida. Daí, as regiões mais propensas a lesões ficam vulneráveis. No caso do futebol, por exemplo, o correto seria apelar para faixas e caneleiras para proteger o tornozelo e a canela.

5 - Elevação
A gravidade ajuda a drenar os líquidos que se acumulam durante todo o processo pós-pancada, o que contribui para a diminuição do inchaço, da inflamação e da dor. É importante que se eleve a parte do corpo lesionada acima do coração para facilitar a circulação do sangue naquele ponto. “Se a perna estiver machucada, por exemplo, deite-se e coloque os pés sobre um apoio”, ensina o ortopedista Moisés Cohen, diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cinco passos para curar lesões - Parte 1

Quem se exercita regularmente às vezes tem de lidar com contusões, entorses e suas repercussões aflitivas. Saiba como tratar esse tipo de chateação

Tropeçou, bateu, machucou. As lesões esportivas não são exclusividade de atletas profissionais. Qualquer indivíduo que mexa o corpo com certa regularidade está mais sujeito a torções ou estiramentos musculares. Basta forçar o corpo além da conta ou executar alguns movimentos errados durante o treino. Quando esse tipo de acidente ocorre, os cuidados iniciais são imprescindíveis para evitar que um probleminha evolua para um problemão, comprometendo inclusive a própria prática esportiva.

Foi pensando nisso que especialistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, elaboraram uma recomendação com cinco passos básicos para tratar esse tipo de lesão na chamada fase aguda, ou seja, nas primeiras 48 horas. O protocolo foi batizado de PRICE, sigla em inglês que, numa tradução livre, resume as estratégias para dar fim às dores: proteger a área, esfriar, comprimir, repousar e elevar o membro dolorido. O melhor é que elas podem ser facilmente realizadas em casa. A gente mostra como nas páginas desta reportagem. No entanto, se mesmo com o tratamento imediato o incômodo persistir, o mais recomendável é que você busque o auxílio de um médico ou fisioterapeuta capaz de avaliar o grau da lesão.

O tipo e a intensidade das lesões vão depender do preparo do indivíduo e também da modalidade de exercício físico que ele pratica. A contusão é a mais simples das encrencas. Por ela ser decorrente de choques, os praticantes de esportes de contato estão mais sujeitos a sofrê-la. Seus graus — leve, moderada ou grave — estão ligados à topada. Já as entorses acontecem quando o movimento em uma articulação excede os limites do corpo. Em casos mais graves pode ocorrer o deslocamento articular, o que ocasiona rompimento dos ligamentos ou tendões. Joelhos e tornozelos são os alvos prediletos.

A distensão muscular, também chamada de estiramento, geralmente é causada por um esforço físico muito grande que leva à ruptura de fibras musculares. Ela é bastante comum em jogadores de futebol, vôlei e em corredores. A tendinite, por outro lado, é uma resposta inflamatória a um pequeno trauma em um tendão. Esportistas que forçam os músculos pulando ou chutando costumam apresentá-la com frequência. Por fim, existem as populares cãibras, que não são necessariamente lesões. Na verdade, trata-se de uma espécie de sinalizador de que algo vai mal. A cãibra surge devido ao acúmulo de ácido lático, substância produzida pela contração dos músculos. Acusa, a bem dizer, um quadro de fadiga muscular.

Toda essa novela dolorida pode ser prevenida sem que uma lágrima sequer seja derramada. Basta que você tenha um bom preparo físico e mantenha uma rotina semanal de treinos, intercalando musculação e atividades aeróbicas como corrida e caminhada. Dessa forma, os músculos, acostumados a cargas cada vez mais pesadas, conseguem eliminar o ácido lático rapidinho. “Se o exercício não é praticado com frequência, o corpo demora mais tempo para eliminar essa substância, o que aumenta a fadiga muscular e contribui para a ocorrência de lesões”, explica o ortopedista Júlio César Carvalho Nardelli, que é especialista em medicina do esporte no Hospital das Clínicas de São Paulo. Preparo, no entanto, é o que costuma faltar aos chamados atletas de fim de semana. “É por isso que eles geralmente correm mais risco de se lesionar”, sentencia Neiva.

Alongar e aquecer são verbos que necessitam ser conjugados por qualquer esportista que se preze. O estica e puxa, geralmente preconizado antes e depois da suadeira, prepara a musculatura para uma atividade intensa. “Ao estender os músculos, aumentam-se a flexibilidade e o trabalho muscular, o que fortalece as articulações”, explica o professor de educação física César Patt, de São Paulo. No fundo, no fundo, é preciso respeitar os limites do corpo e dar um tempo nos exercícios diante de qualquer contratempo doloroso.

Fonte: Revista Saúde por Clara Cirino e  foto Gustavo Arrais

terça-feira, 18 de maio de 2010

O que se aprende com a Educação Física - Parte 1

Educação Física não é só recreação e jogo de bola. Conheça as lições que é possível tirar da disciplina

Além dos benefícios físicos da prática esportiva, a Educação Física pode desenvolver competências e habilidades sociais

Pelé, Romário, Ronaldo, Zico, Hortência, Oscar, César Cielo, Bernardinho, Marta, Guga... Quem não sonha em ser um atleta peso-pesado? Ou em ter um campeão desses na família? Mas não é apenas de medalhas de ouro e prata que o esporte é feito. Pesquisas mostram que apenas 0,26% da população tem aptidão para se tornar esportista de renome. Mas nem por isso a Educação Física deve ficar de escanteio. As aulas aplicadas na vida escolar das crianças e jovens brasileiros podem não fazer ídolos esportivos, mas desenvolvem muitas habilidades importantes.

Desde o Ensino Infantil até o fim do Ensino Médio as aulas de Educação Física fazem parte do cotidiano dos alunos das escolas públicas e privadas do Brasil. Para a maioria das pessoas, o tal senso comum, a finalidade única da disciplina é fazer exercícios e ensinar regras de diferentes modalidades de esportes. Mas é muito mais do que isso. Além dos benefícios físicos da prática esportiva, a Educação Física pode desenvolver competências e habilidades sociais, psicológicas, motoras e cognitivas!

Na Escola da Vila, em São Paulo, por exemplo, faz parte do plano pedagógico de Educação Física transmitir por meio das atividades valores éticos. "Nosso trabalho é voltado para práticas que, além de melhorar funções metabólicas, e de conscientizar os alunos da importância do cuidado com o corpo, procuram desenvolver um senso de coletividade buscando uma convivência solidária e positiva", diz Washington Nunes, Coordenador de Esportes.

Essa concepção do ensino de Educação Física parte de um conceito que entende o ser humano como um animal estruturado por corpo, razão e emoção. Em consonância com essa filosofia, a UNESCO – organização de cultura, Educação e ciência das Nações Unidas – estabeleceu quatro pilares que devem fundamentar a Educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. "Uma boa Educação deve ensinar o aluno a aprender, a agir e a se relacionar. Precisa englobar esses 4 pilares da UNESCO. E isso vale para qualquer disciplina, inclusive a Educação Física", diz Alcir Ferrer, professor de Educação Física e treinador de basquete juvenil do Club Athletico Paulistano, de São Paulo.

Fonte: Educar Para Crescer - Camilo Rodrigues

domingo, 16 de maio de 2010

Aulas de Circo na Escola

De forma lúdica e divertida, De forma lúdica e divertida, as aulas circenses contribuem para o desenvolvimento dos músculos e do cérebro e ajudam até mesmo a melhorar as notas da criançada.

Ainda na barriga da mãe, elas já dão piruetas. Logo que nascem, são colocadas de cabeça para baixo. E, ao ensaiar os primeiros passos, tropeços e quedas não impedem que se levantem e tentem outra vez. Crianças são, por natureza, aventureiras. Precisam de espaço. Querem correr, tocar, falar, pular. Afinal, através das lentes da ingenuidade e do encantamento, a vida é diversão pura.

O resgate das aulas de circo, nos últimos anos, vem ao encontro dessa busca pueril pelo novo, pelas descobertas. Ironicamente, elas foram recuperadas por adultos, que encontraram na prática circense uma maneira descontraída e menos repetitiva de manter a forma e fortalecer os músculos. Agora, é a vez das escolas se darem conta de que a mistura entre magia e exercícios contribui para o desenvolvimento físico e mental dos pequenos. Está certo que outros esportes proporcionam os mesmos benefícios. Mas, você há de concordar, talvez não com a mesma graça.

BRINCAR É COISA SÉRIA “Em idade pré-escolar, o ideal é uma atividade lúdica e sem competitividade”, recomenda o ortopedista pediátrico Edilson Forlin, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. No circo é assim: todo mundo brinca junto e não há vencedores. “Não se trata de um esporte de rendimento. O mais importante é o processo, e não o resultado”, avalia Gilberto Caetano, coordenador das aulas de circo no programa Clube Escola, da Prefeitura de São Paulo.


Andar de monociclo, fazer malabarismo, equilibrar-se no trapézio e até uma simples cambalhota despertam a criatividade, ativam o cérebro, aumentam a consciência corporal e desenvolvem o reflexo, a coordenação, a lateralidade e o ritmo. “Além disso, como existe o desafio da superação, o circo melhora a autoestima e a confiança em si e nos outros”, diz Caetano. Sob a tenda colorida existe ainda um forte aspecto social. Cada um faz a sua parte. Alguns sustentam e seguram, outros voam e se equilibram, e todos esperam a sua vez.

A paulista Lara Herrera Teixeira tem 4 anos e faz circo desde o começo de 2009. “Queríamos que os dias em que ela sai da escolinha mais tarde fossem agradáveis”, conta a mãe, a obstetra Sílvia Herrera. “E hoje ela ama ficar lá.” Prova disso são as gargalhadas da menina ao contar o que faz. “A gente sobe em um castelo, se pendura e depois se joga num colchão bem molinho”, diz. “É muito divertido”, afirma a garota, que não disfarça o orgulho por conseguir executar a cambalhota de costas.


Ela nem desconfia que, no trapézio ou no chão, está adquirindo noções de tempo, espaço e velocidade — conceitos que, mais tarde, serão valiosos para as aulas de física. Segundo a pedagoga Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é possível ainda abordar conteúdos de outras disciplinas. “Em uma conversa sobre o Cirque du Soleil, dá para falar sobre história e geografia”, exemplifica.


No entanto, mais que preparar as crianças para enfrentar determinadas matérias no futuro, as aulas circenses melhoram o desempenho escolar no presente. Quando o paulista Gustavo da Silva Soares Cardoso, de 13 anos, parou de frequentar o circo, sua mãe logo pediu que ele voltasse. É que o ânimo do garoto sentiu falta dos exercícios sob a tenda. “Se não vou às aulas de circo, acordo quase na hora de ir para o colégio, chego lá cansado e não presto atenção”, conta. A prática o deixa mais disposto, e o bem-estar se converte em notas melhores no boletim.

A magia do circo contribui para algo que passa longe do pensamento das crianças: manter a forma. As aulas estimulam o chamado acervo muscular. Em outras palavras, quanto mais diversificado é o histórico de exercícios de uma pessoa, mais fácil será retornar à boa forma lá na frente. Essa, digamos, memória esportiva facilita inclusive a prática de outras atividades — seja na quadra, seja em uma pista de dança. No circo, todos os grupos musculares são trabalhados, muitas vezes, ao mesmo tempo. O malabarismo, por exemplo, exige que os joelhos estejam flexionados, o abdômen fique contraído e os braços, em constante movimento.


“Há um fator psicológico envolvido na atividade física”, acrescenta o ortopedista pediátrico Edilson Forlin. “As crianças têm um metabolismo muito acelerado e precisam gastar energia para conquistar, também, equilíbrio mental”, explica. Tanto suor melhora a concentração, deixa a postura ereta e pode compensar, até certo ponto, aquela alimentação mais calórica do fim de semana.

QUEM NÃO DEVE PRATICAR

É importante ficar alerta às contraindicações. “Crianças com frouxidão dos ligamentos demoram para sentir dores, o que leva a alguns exageros”, avisa Aline Essu, educadora física e coordenadora da Academia Brasileira de Circo. Quem tem labirintite também precisa avaliar bem se vale a pena encarar as acrobacias.

Segundo os profissionais da área, o circo só não é muito recomendado para menores de 4 anos. O melhor, nesse caso, seria se envolver em atividades que exigem menos força e concentração. De qualquer maneira, a pequena Lara se diverte com os amigos e está cada vez mais à vontade. “Ela é menina, filha única, protegida demais. É bom que conviva com outras crianças”, acredita a mãe. Nesse picadeiro cheio de diversão e aprendizado, brincar não é apenas fruto da imaginação.

Fonte: Revista Saúde por Camila Carvas e foto Sílvia Zamboni 

sábado, 15 de maio de 2010

Mitos sobre a Ração Humana

A ração humana está na moda, na mídia, caiu no agrado popular... “Quase um milagre nutricional”.

A tal mistura se diz capaz de regularizar o intestino, melhorar a disposição, combater a flacidez, prevenir os sintomas desagradáveis da menopausa, prevenir o aparecimento de doenças do coração e do câncer, além de inibir a absorção de gorduras, reduzir o colesterol e, ainda por cima, emagrecer... Será?

Infelizmente, todas essas alegações são equivocadas. A mistura apenas consegue melhorar o ritmo intestinal devido às fibras em sua composição.

Entretanto, se quisermos que o nosso intestino funcione bem, podemos alcançar “os tais benefícios da ração humana” de uma forma mais adequada: aumentando as pequenas porções de fibras em cada refeição, ou, simplesmente comendo um cereal matinal.

Além disso, sempre que ingerimos mais fibras, precisamos contar com uma adequada hidratação, ou as fibras poderão agravar a constipação intestinal.

A prevenção de doenças requer muito mais do que uma ou várias colheres de sopa de ração humana por dia. Talvez seja essa, a nossa maior ressalva à repercussão causada por práticas alimentares simplistas, como o uso dessa mistura, ou até mesmo da linhaça, que passam às pessoas a falsa idéia de que estes alimentos sozinhos são capazes de garantir saúde e emagrecer.

Esta “falsa promessa” e outros tantos “falsos milagres” impedem que as pessoas se empenhem em assumir comportamentos alimentares adequados, esses sim, são sabidamente eficazes na prevenção de doenças e na preservação da saúde e do peso ideal, apesar de mais difícil de serem implementados e seguidos.
 
fonte: UOL blog

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Maus hábitos podem acrescentar 12 anos a mais na sua aparência

Uma pesquisa feita com 5000 ingleses por 20 anos chegou a conclusão que fumar, beber muito, inatividade e uma dieta ruim, podem acrescentar 12 anos a mais na sua aparência.

Um fato que eu achei muito grave, foi que 314 pessoas que participaram deste estudo e praticavam estes maus hábitos, 29% deles morreram durante a realização desta pesquisa.

É lógico que todos sabem que estes hábitos não são bons para a saúde, mas ver um número tão alto de pessoas morrerem por não cuidar da sua saúde é assustador, isso sem falar no alto custo que estas pessoas trazem a sociedade, mas isto é outro assunto.

Mas dentro deste quadro de maus hábitos, veja o que os pesquisadores consideraram como um comportamento de risco: 
  • Fumar.
  • Para os homens, beber mais do que 3 bebidas alcoólicas por dia, para as mulheres 2.
  • Fazer menos do que 2 horas de exercícios por semana.
  • Comer menos do que 3 porções de frutas e verduras (combinados) por dia.

Eu sei que as vezes as pessoas podem pensar que este último item é meio difícil de atingir, mas segundo Elisabeth Kvaavik, a pesquisadora chefe deste estudo, se você comer uma cenoura, uma maçã e tomar um copo de suco de laranja, você já atingiu a sua meta diária, vale destacar que no Brasil a porção recomendada é entre 7 a 10 porções diárias, segundo a pirâmide alimentar.

Eu já senti, e ainda sinto porém em uma intensidade muito menor, os problemas causados pelos meus maus hábitos. Dor nas costas, joelhos e pé inchado, foram os sinais que me fizeram acordar para a realidade. E eu não estou falando de uma dorzinha qualquer, eram dores tão fortes que certos dias me impediam de andar, descer escadas e até para levantar da cama eu tinha muitas dificuldades.

Para os incrédulos ou que acham que 29% é um número muito baixo de mortalidade, sabe quanto foi a taxa de mortalidade para os participantes que não praticavam nenhum destes maus hábitos? 9%, isso mesmo, 9%.

  
June Stevens que é um pesquisador da “University of North Carolina” disse que estes resultados vão de acordo com outras pesquisas feitas sobre hábitos saudáveis e longevidade.

  
Segundo Stevens, isto não quer dizer que, quem tem bons hábitos vai viver mais de quem não tem, mas aumenta as suas chances. Se tratando da minha vida, eu prefiro que estas chances estejam mais do lado de viver a mais, do que ao contrário.
Fonte: Yahoo Notícias

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Atividades Físicas nas Vidas de Idosos

Idosos

Benefícios da atividade física
  • Se a atividade física é feita sob o sol, há uma melhora da troca de cálcio nos ossos: combate e previne a osteoporose
  • Fortalece a musculatura e preserva as articulações, o que evita doenças degenerativas como a osteoartrose
  • Libera endorfina, fator que melhora a depressão e a memória
  • Melhora a capacidade respiratória
  • Melhora a reserva cardíaca, ou seja, com um esforço cardíaco menor o idoso consegue tolerar mais esforços 
Cuidados 
  • A esteira pode causar tontura em idosos, provocando quedas ao descer do aparelho
  • Ter consciência da idade: um cidadão de 75 anos não deve se exercitar no mesmo ritmo de um garoto de 20
  • Pessoas suscetíveis a fragilidades no tornozelo e joelho devem preferir atividades na água como hidroginástica e hidroterapia, que não oferecem impacto nas articulações
  • Manter o peso e fazer um acompanhamento médico periódico

Fontes: Roberto Guarniero (pediatra e presidente do departamento Científico de Ortopedia da Sociedade de Pediatria de São Paulo, SPSP), José Carlos Vilela (geriatra do Hospital São CamiloTuríbio) e Turíbio Leite de Barros (coordenador do Centro de Estudos de Medicina da Atividade Físico da Unifesp, Cemafe, e fisiologista do São Paulo Futebol Clube)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Atividades Físicas nas Vidas de Sedentários

Sedentários

Cuidados

  • Nunca encare uma dor durante o exercício como algo natural
  • É preciso sentir-se confortável durante o exercício
  • Estabeleça um limite para o exercício: considerando que 10 significa exaustão extrema e 0 ausência de esforço, o indivíduo teria que atingir a nota 7, ou 30% abaixo do máximo









  • Conseguir comunicar-se verbalmente com alguém durante a atividade é um bom indicador de que a carga não é exagerada: quando há exagero, a respiração fica ofegante e paramos de falar
  • Diminuir o ritmo se estiver forçando demais o corpo
  • Não tente recuperar o tempo perdido forçando a atividade física


Fontes: Roberto Guarniero (pediatra e presidente do departamento Científico de Ortopedia da Sociedade de Pediatria de São Paulo, SPSP), José Carlos Vilela (geriatra do Hospital São CamiloTuríbio) e Turíbio Leite de Barros (coordenador do Centro de Estudos de Medicina da Atividade Físico da Unifesp, Cemafe, e fisiologista do São Paulo Futebol Clube)

terça-feira, 11 de maio de 2010

Atividades Físicas nas Vidas de Crianças

Crianças


Benefícios da atividade física

  • Desenvolvimento intelectual e metabólico
  • Adquire força e agilidade
  • Desenvolve agilidade motora
  • Aprende a cair e a não se machucar
Cuidados

 
Até 6 anos
  • Precisam aprender movimentos fundamentais de qualquer esporte: correr, nadar e saltar
  • Atividades devem ocorrer no máximo entre 2 e 3 vezes por semana
a partir dos 7 anos
  • Podem ser matriculadas em esportes coletivos
  • Já possuem noção do que é uma competição esportiva
  • Sobrecarga nas atividades pode causar lesões
obesas

 
• É necessário um acompanhamento médico aliado a um bom programa alimentar

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Além do limite

O que acontece com pessoas que querem extrapolar limites na hora da atividade física?

Clique na figura para ampliar.

Related Posts with Thumbnails